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Sítio Roberto Burle Marx - Rio de Janeiro - RJ

Ônibus para Terminal da PUC 32.7km de Sítio Roberto Burle Marx - Rio de Janeiro - RJ

Ônibus para Estação de Metrô São Francisco Xavier 34.8km de Sítio Roberto Burle Marx - Rio de Janeiro - RJ

Ônibus para Ponto Ulysses Guimarães 37km de Sítio Roberto Burle Marx - Rio de Janeiro - RJ

Ônibus para Terminal Rodoviário Novo Rio 37.3km de Sítio Roberto Burle Marx - Rio de Janeiro - RJ

Ônibus para Av. das Nações Unidas, 200 38.2km de Sítio Roberto Burle Marx - Rio de Janeiro - RJ

Pontos de embarque proximos a Sítio Roberto Burle Marx

Via Parque Shopping - Avenida Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca (19.2km)
Terminal Nutta James - Av. Nuta James, 115-229 - Barra da Tijuca (23.8km)
Terminal da PUC - Terminal da PUC, 1746 - Gávea (32.7km)
Estação de Metrô São Francisco Xavier - Av. Heitor Beltrão, s/n - Tijuca (34.8km)
Av. Osvaldo Aranha - Av. Osvaldo Aranha, 41038 - Praca da Bandeira (35.7km)
Ponto Estação Afonso Pena - Rua Doutor Satamini, 157 - Tijuca (35.7km)
Terminal Cosme Velho - Rua Cosme Velho, 698 - Cosme Velho (36.7km)
Ponto Ulysses Guimarães - Rua Ulysses Guimarães, 16 - Cidade Nova (37km)

Sobre Sítio Roberto Burle Marx

O Sítio Roberto Burle Marx é um sítio situado no bairro de Barra de Guaratiba, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. É uma unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), autarquia vinculada ao Ministério da Cidadania.

O nome do sítio é uma homenagem a Roberto Burle Marx, um artista plástico e paisagista brasileiro renomado internacionalmente, que residiu no local de 1973 até o dia de sua morte, em 4 de junho de 1994. Burle Marx adquiriu a propriedade, originalmente denominada Sítio Santo Antônio da Bica, junto com seu irmão Siegfried Marx em 1949. O sítio foi doado por Burle Marx ao IPHAN em 1985, mesmo ano que o local foi reconhecido como patrimônio cultural brasileiro. O tombamento integral do sítio foi feito em 2000, seis anos após a morte do paisagista.

O sítio tem uma área de mais de 400 mil m², onde está reunida uma das mais importantes coleções de plantas tropicais e semitropicais do mundo, iniciada quando Roberto Burle Marx tinha seis anos de idade. Cultivada em jardins e em viveiros ao ar livre, a coleção é composta por mais de 3,5 mil espécies de plantas, entre as quais exemplares únicos das famílias Araceae, Arecaceae, Bromeliaceae, Cycadaceae, Heliconiaceae, Marantaceae e Velloziaceae. Tal conjunto de plantas vivas adaptou-se perfeitamente à natureza habitual do sítio, composta por manguezal, restinga e Mata Atlântica.

No local havia originalmente uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século 17 dedicada a Santo Antônio de Lisboa, edificações estas que foram posteriormente restauradas, sendo que a casa passou a ser residência de Roberto Burle Marx em 1973. Após a morte do paisagista, sua residência transformou-se no Museu-Casa de Burle Marx em agosto de 1999. Além dos ambientes originais e dos objetos de uso pessoal, no Museu-Casa são exibidos objetos de arte e de artesanato adquiridos por Burle Marx durante toda a sua vida. O acervo da casa possui mais de 3 mil itens, incluindo obras do próprio Roberto que, além de paisagista, também era pintor, desenhista, designer, escultor e cantor.