Museu Histórico e Cultural de Jundiaí, Museu do Vinho de Jundiaí, Museu da Companhia Paulista, entre outros. Dicas sobre melhores museus em Jundiaí - SP.
Museu Histórico e Cultural de Jundiaí
O Museu Histórico e Cultural de Jundiaí é um museu público na cidade de Jundiaí, inaugurado em 28 de março de 1965. Ao longo dos anos, ocupou diversos endereços, como o Parque Comendador Antônio Carbonari, a Praça dos Andradas e a rua Rangel Pestana. Desde 1982, localiza-se no Solar do Barão de Jundiaí, um edifício construído em 1862, tombado pelo CONDEPHAAT em 1970 e antiga residência do Barão de Jundiaí, Antônio de Queirós Teles. Além de suas exposições, o museu conta com um jardim e um auditório com capacidade para 80 pessoas, onde a instituição realiza audições, palestras, reuniões e projeções de filmes e documentários.
O Museu da Companhia Paulista, anteriormente chamado Museu Ferroviário Barão de Mauá, foi inaugurado em 9 de março de 1979 e está localizado em Jundiaí, São Paulo. Possui em seu acervo réplicas de locomotivas a vapor, da sala do chefe de estação e até da sala de espera para senhoras. Sua primeira denominação foi uma homenagem ao pioneiro do transporte ferroviário no Brasil, Irineu Evangelista de Souza (Barão de Mauá).
No entanto, após seu restauro, foi aberto com novas bases museológicas, denominando-se Museu da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Instalado em um centenário edifício de tijolos aparentes com dois andares e cerca de 1.500 m² que, por si só, já é uma obra de grande interesse histórico por lembrar as típicas construções ferroviárias, o museu desenvolve um trabalho de resgate da memória ferroviária, com enfoque no desenvolvimento da economia e progresso da lavoura cafeeira no estado de São Paulo.
A Pinacoteca Diógenes Duarte Paes é um museu na cidade de Jundiaí, fundado em 2008. A instituição faz parte do Centro Jundiaiense de Cultura Josefina Rodrigues da Silva (Jorosil) e tem um acervo de 189 obras de artistas jundiaienses, brasileiros e internacionais.
O museu foi nomeado em homenagem à Diógenes Duarte Paes, seu patrono, mas também conta com obras de artistas como Cláudio Tozzi, Sérgio Romagnolo e Vicente Di Grado. Os itens que compõem o acervo foram doados principalmente pelo Conselho de Fiscalização Artística do Estado, com obras que foram premiadas em Salões Paulista de Belas Artes na década de 1960 e em Salões de Arte Contemporânea de Jundiaí, que aconteceram entre 1970 e 1980.
O local também abriga o Museu de Arte Didacta, a sala Professora Maria Albertina Bellini Peterson Leite, que tem capacidade para 100 pessoas, e uma biblioteca voltada para as artes visuais. A instituição localiza-se em um prédio projetado por Ramos de Azevedo, inaugurado em 1896, na Rua Barão de Jundiaí, e tombado pelo CONDEPHAAT.